Viena, Áustria

Não falei muito da viagem a Viena. Mas acho que ainda dá tempo.

Fui apenas uma vez a Viena antes desta. Há uns 20 anos. Era fevereiro e fazia um frio absurdo: -15ºC. Quando o trem parou na plataforma, abrimos a porta e aquela lufada fria nos pegou de surpresa, Mayce virou pra mim e disse: “o que viemos fazer aqui…”. Mesmo assim, é uma bela lembrança. O centro histórico, Schönbrunn, o Danúbio. Mas ao mesmo tempo, ir embora, após um dia, não foi triste.

Desta vez fomos no final de março, início de abril, primavera e um tempo fantástico: cinco lindos dias de sol e calor, com aquele friozinho gostos à noite. Pude sentir mais a cidade. O Belvedere, o Parque da Cidade, o belo edíficio da Secessão, o centro histório, o Quarteirão dos Museus e o Prater com suas rodas gigantes. E, claro, o Danúbio.

No passeio com o bus turístico atravessamos o Danúbio duas vezes, e nas duas vezes tive o privilégio de estar escutando An der schönen blauen Donau, a valsa composta por Johann Strauss II. A valsa esteve presente na minha vida desde sempre. Aos 7/8 anos era ela que embalava os passos da bailarina da minha caixinha de música, também embalava a bailarina da garrafa de licor. Depois, o choque ao ouví-la levando a nave da terra à lua em 2001, Uma Odisséia no Espaço, delirante. E em diversas outras ocasiões.

Naquela primeira vez ficamos hospedados em um hostel. Desta vez alugamos um apartamento próximo ao Quarteirão dos Museus e Mariahilfestrasse, a 10 minutos do Hofburg e centro histórico.

Viena é linda, vibrante, multicultural e ferve. Museus, salas de concertos, parques e muitos cafés. Caminhar por Viena e redescobrir a cidade foi uma deliciosa missão.

Vienna, Austria

I did not talk much about the trip to Vienna. But I think there’s still time.

Before this time, I went only once to Vienna. About 20 years ago. It was February and it was freezing cold: -15ºC. When the train stopped on the platform, we opened the door and that cold breeze caught us by surprise, Mayce turned to me and said: “What did we come here to do…”. Even so, it is a beautiful memory. The Historic Centre, Schönbrunn, the Danube. But at the same time, leaving, after a day, was not difficult.

This time we went in late March, early April, it was spring and the weather was fantastic: five beautiful days of sun and warmth, with that chilly tastes at night. I could feel the city. The Belvedere, the City Park, the beautiful Secession building, the Historic Centre, the Museum Quarter and the Prater with its giant wheels. And, of course, the Danube.

On the bus tour we crossed the Danube twice, and on the two occasions, I had the privilege of listening to An der schönen blauen Donau, the waltz composed by Johann Strauss II. The waltz has been present in my life since always. At 7/8 it was the one who rocked the footsteps of the ballerina from my music box, it also rocked the ballerina from the bottle of liquor. Then the shock of hearing it taking the spacecraft to the moon in 2001, a Space Oddity, delirious. And on several other occasions.

That first time we stayed in a hostel. This time we rented a flat near the Museum Quarter and Mariahilfestrasse, 10 minutes from the Hofburg and the Historic Centre.

Vienna is beautiful, vibrant, multicultural and “boils”. Museums, concert halls, parks and many cafes. Walking through Vienna and rediscovering the city was a delightful mission.

Vienna

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