CPH, Janeiro de 2018

Finalmente me decidi a escrever sobre Copenhague.

Fui encontrar L logo no início do ano em Copenhague. A última vez tinha sido em Amsterdã em agosto. Fui via Paris e continuo não gostando daquele aeroporto, mas aproveitei o tempo de conexão e fiz umas comprinhas: mostarda, champanhe e balinhas.

Minha quinta vez em CPH prometia ser bem diferente das outras, e foi.

Nos encontramos na entrada para a plataforma 2 e seguimos de trem para o centro. Ele tinha as taças e brindamos ali mesmo, no trem. Nosso hotel, na praça da Prefeitura, de frente para o Tivoli, ao lado da Strøget. Mil bares, restaurantes, cafés, galerias à volta. Local perfeito.

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Acredito que L foi bastante claro ao contar no post anterior o que aconteceu quando chegamos. Assim, passemos adiante.

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Foram dois dias de andanças, descobrindo a cidade a pé com quem a conhece de olhos fechados. Fazia um frio gelado e “ventado”, L me emprestou sua touca preferida e fomos em frente. Chuva. Uma íncrível exposição sobre os filmes de Stanley Kubrick. Café e capuccino, um cigarro aqui, outro ali.

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Então, no terceiro dia, de madrugada, L se foi. Aquela cama enooorme, quentinha ficou só pra mim, mas isso não me fez deixar de sair. Havia tanto a fazer. Comecei indo à estação pra me certificar do tempo que levaria com as malas, uns 7/8 minutos. Depois segui para um tal de Føtex, um supermercado onde encontraria as iguarias que sempre trago de viagem: blue cheese, anchovas, ovas, alcachofras em conserva, chás, temperos e de quebra umas coisinhas da Essence. A tarde foi dedicada a passeios e mais passeios: Nyhavn, Charlottenborg, o Teatro Real, Christianborg, Strøget, Torvehallerne, a torre redonda. Café e capuccino, um cigarro aqui, outro ali.

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A manhã do último dia foi dedicada a vagabundear depois de um belo café da manhã… Coloca um destino no Maps e vai em frente. Ainda precisava dar uma passada na Flying Tiger e na Normal, nenhuma viagem a CPH é completa sem um bom tempo perdido nessas duas lojas. Não resisti a mais um sapato da Zara: parecem que foram feitos sob medida, em qualquer lugar, basta pegar um 37 que serve sem erro. Acabei a tarde ouvindo música na rua sentada em um banco ali onde a Stroget se abre para a Storkespringvandet. Uma passadinha no HRC para a melhor Salada César que já comi e arrumar as malas, deveria estar no aeroporto às 4h. Uma conexão em Amsterdã (e a aquisição de StormTroopers, opss… Stroopwafels) e mais um interlúdio chegava ao fim.

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CPH, Jan 2108

I finally decided to write about Copenhagen.

My fifth time at CPH promised to be very different from the others, and it was.

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I went to meet L at the beginning of the year in Copenhagen. The last time had been in Amsterdam in August. I went via Paris and I still don’t like that airport, but I took advantage of the connection time and did some shopping: mustard, champagne, and sweets.

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We met at the entrance to platform 2 and follow by train to the centre. He had the glasses and we toasted right there on the train. Our hotel, on the town hall square, facing the Tivoli, next to the Strøget. A thousand bars, restaurants, cafes, galleries around. Perfect place.

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I think L was pretty clear in telling in the previous post what happened when we arrived. So let’s move on.

Two days walking, discovering the city on foot with someone who knows it with closed eyes. It was freezing cold and windy, L lent me his favorite beanie and we went ahead. Rain. An intriguing exposition on Stanley Kubrick’s films. Coffee and cappuccino, one cigarette here, another there.

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Then on the third day, at dawn, L was gone. That big, warm bed was just for me, but that didn’t stop me from leaving. There was so much to do. I started going to the station to make sure the time it would take with my bags, about 7/8 minutes. Then I went to Føtex, a supermarket where I would find the delicacies I always bring from the trips: blue cheese, anchovies, roe, canned artichokes, teas, spices, and a few things from Essence. The afternoon was dedicated to tours and more tours: Nyhavn, Charlottenborg, the Royal Theater, Christianborg, Strøget, Torvehallerne, the round tower. Coffee and cappuccino, one cigarette here, another there.

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The morning of the last day was dedicated to wandering after a nice breakfast … Place a destination on Maps and go ahead. I still had to go to Flying Tiger and Normal, no trip to CPH is complete without a long time lost in these two stores. I couldn’t resist one more pair of shoes from Zara: it seems they are tailor-made for me, anywhere, just get a 37 and fit perfect. I ended up listening to music on the street sitting on a bench there, where Stroget opens to Storkespringvandet. Then at the HRC for the best Cesar Salad I’ve ever eaten and time to pack: I should be at the airport at 4 am. A connection in Amsterdam (and the acquisition of StormTroopers, op … Stroopwafels) and another interlude ended.

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