XXX & STHLM

Quando há um ano voltei de Estocolmo, como em todas as voltas de viagens, pensei: “de volta à vida real, de volta à vida normal”. E foi mesmo. Mas apenas por alguns dias. De repente a pandemia e o pandemônio tomou conta de nossas vidas.

E no final, nunca escrevi sobre aqueles dias em Amsterdam e Estocolmo. Sobre o frio, a chuva, os passeios, jantares, trabalhos. Talvez agora seja a hora, não sei.

Parei um dia em Amsterdam para as comprinhas do dia a dia: maquiagem, itens de higiene pessoal e também aquelas comidinhas básicas. Chovia fino.

No dia seguinte segui para Estocolmo para encontrar L. Cheguei por volta de 13h, peguei um taxi e fui pra casa. L já estava me esperando. Não vou falar sobre o que fizemos, mas não saímos naquele dia.

No outro dia, L saiu cedo pra trabalhar, eu sai pra passear. A primeira vez que estive em Estocolmo, foi rápido, fazia muito frio e eu ainda tinha dores das cirurgias. Desta vez fazia mais frio ainda, mas eu estava mais preparada. Desci, andei até Drottninggatan e segui até Gamla Stan. E me perdi por lá, pude explorar tudo o que queria, entre outros, a runestone, Storkyrkan – a linda catedarl luterana, o pequeno Järnpojke, o museu Nobel.

Uma pausa para a fika e depois caminhei até o Museu da Cidade. Voltei pra casa pela mesma Drottninggatan, parei pra tomar uma sopa de frutos do mar, e fui observando as lojas para o tão esperado dia das compras. L chegou por volta das 18h, tomamos um chá e saímos para jantar. Indiano. Picante e delicioso.

O dia seguinte foi dedicado ao metrô de Estocolmo. De suas 100 estações, 90 são consideradas galerias de arte abertas. Fui explorar. Não vistei as 90, mas umas 30. L ia voltar mais cedo, portanto não almocei, voltei pra casa, e ele já estava me esperando com uma farta opção de quitutes e bebidinhas. Fizemos a festa.

O último dia cheio foi dedicado às compras. andei muito, entrei em cada portinha escondida que encontrava, fui às lojas que L indicou, fui às que me fazem feliz como Flying Tiger, Normal e Zara. Com 9 sacolas tomei o rumo de casa, mas ainda passei no Coop e no Lidl para mais umas comidinhas básicas.

Cheguei em casa mortinha. L me fez experimentar cada coisa que havia comprado. Banho e bora sair pra jantar, descemos Drottninggatan, atravessamos Gamla Stan até chegarmos a um restaurante italiano dos bons.

L saiu cedo, eu tinha toda a manhã pra finalizar as malas e ir trocar uma roupa que não serviu. Fiz isso e na volta ainda comprei mais comidinhas. Fui pro aeroporto e almocei por lá. Segui pra Amsterdam.

Dormi no YotelAir na área de trânsito. Hotel da Barbie. Sempre fico lá. O aeroporto vazio prevendo os dias que viriam. No dia seguinte, KL971 me trouxe de volta.

.

.

When I came back from Stockholm a year ago, as in all travel rounds, I thought: “back to real life, back to normal life”. And it was. But only for a few days. Suddenly the pandemic and the pandemonium took over our lives.

And in the end, I never wrote about those days in Amsterdam and Stockholm. About the cold, the rain, the walks, dinners, jobs. Maybe now is the time, I don’t know.

I stopped in Amsterdam one day for everyday shopping: makeup, personal hygiene items and also those basic foods. It was raining thin.

The next day I went to Stockholm to meet L. I arrived around 1 pm, took a taxi and went home. L was already waiting for me. I won’t talk about what we did, but we didn’t go out that day.

The next day, L left early to work, I went for a walk. The first time I was in Stockholm, it was fast, it was freezing, and I was still in pain from the surgeries. This time it was even colder, but I was more prepared. I got off, walked to Drottning?g?atan and followed to Gamla Stan. And I got lost there, I was able to explore everything I wanted, among others, the runestone, Storkyrkan – the beautiful Lutheran cathedral, little Järnpojke, the Nobel Museum.

A pause for the fika and then I walked to the City Museum. I came home from the same Drottninggatan, stopped to have a seafood soup, and watched the stores for the long-awaited shopping day. L arrived around 6 pm, we had tea and we went out to dinner. Indian. Spicy and delicious.

The next day was dedicated to the Stockholm metro. Of its 100 stations, 90 are considered open art galleries. I went to explore. I didn’t see 90, but about 30. L would come back early, so I didn’t have lunch, I went home, and he was already waiting for me with an abundant choice of delicacies and drinks. We made the party.

The last full day was dedicated to shopping. I walked a lot, I went into every hidden door I found, I went to the stores that L indicated, I went to the ones that make me happy like Flying Tiger, Normal and Zara. With 9 bags I headed home, but I still stopped at Coop and Lidl for some more basic food.

I got home dead. L made me try everything I bought. Bathing and going out to dinner, we went down Drottning?g?atan, crossed Gamla Stan until we reached a good Italian restaurant.

L left early, I had all morning to finish my bags and go to change the clothes that didn’t fit. I did that and on the way back I bought more food. I went to the airport and had lunch there. And went to Amsterdam.

I slept at the YotelAir in the transit area. Barbie Hotel. I always stay there. The empty airport foreseeing the days to come. The next day, KL971 brought me back.

.

.
.

Leave us a Message

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.