Copenhague não era um lugar na minha lista de prioridades. Pra falar a verdade nunca imaginei que um dia iria até lá. Hoje, após oito vezes na cidade, posso dizer que um lugar de que gosto muito e, junto com Amsterdã é um local base para meus encontros e aventuras com L.
Não escrevi sobre a ida a Amsterdã e Düsseldorf em janeiro, nem sobre a ida a Copenhague em março. Mas nossa ida a Copenhague há 20 dias merece um texto: foi épica.
Cheguei cedo, por volta de 11h30m, como nosso check-in no apartamento era apenas às 15h seguimos para o Raefsehalen, uma praça de alimentação constituída de containers, para uma cerveja enquanto L tinha uma reunião online. Lá, uma menina francesa, de cinco anos, se sentou ao meu lado e começou a conversar. Muito fofa, uma pena que não fizemos umas fotos juntas.


De lá, seguimos para o apartamento, onde matamos as saudades e depois fomos jantar no Sushi Joint. Um jantar delicioso e especial e colocamos os assuntos em dia ;-).
Voltamos ao apê para nos trocarmos e irmos ao nosso club preferido em Copenhague, o Cityswingers. Como sempre, foi muito desafiador e divertido e avançamos muito em nossos objetivos. Muitas noites mais virão.



O sábado foi de preguiça e cultura. Dormimos até umas 11h e seguimos de metrô até Kongens Nytorv de onde seguimos a pé até o Designmuseum Denmark, que eu queria muito conhecer. Tinha reaberto no dia anterior e a galeria das cadeiras estava totalmente reformulada. A primeira parte do museu: O Futuro é o Presente, era bastante conceitual, focada em aproveitamento de recursos naturais. Bem interessante os trajes do estilista Nicholas Nybro que representavam cidades da Dinamarca de Amager a Ærø e de Hirtshals a Højer com um total de 21 trajes folclóricos e regionais modernos, exuberantes e diversos. Mas eu queria mesmo era o design, o famoso design escandinavo, muito bem representado pela Dinamarca. E foi na segunda parte do museu que encontramos o que queríamos.




Seguimos para a Ofelia Plads e nos sentamos no Luftkastellet para um drink, um pouco se sol e descanso. Deveríamos voltar ao apê para nos trocarmos e voltarmos ao centro para o jantar e depois mais uma saída noturna. Mas pulamos essa parte e fomos direto para o restaurante, que era bem próximo. Não me lembro o nome do local e tô com preguiça de perguntar pro L. Mas foi delicioso. Voltamos ao apê e resolvemos não sair já que no dia seguinte iríamos para o norte da ilha, para a praia.
Deixamos o apê e fomos até o Fisketorvet Copenhagen Mall. L ficou num café para mais uma reunião online e eu fui fazer uma comprinhas de supermercado. Amo trazer petiscos e quitutes dos lugares onde vou, principalmente queijos. Seguimos pelo litoral em direção a Helsingør, paramos para comer algo num restaurante de marina, o Café Vitus. Uma cerveja e o sanduíche aberto mais delicioso que já experimentei. De lá seguimos para Liseleje.
Nosso hotel, o Liselængen Liseleje Badehotel, ficava a 5 minutos a pé da praia e foi pra lá que fomos no final da tarde, estava frio e fomos só andar. Um lugar calmo, uma imensidão de paz. Voltamos ao hotel, fomos ao mercadinho e beliscamos pães, queijos e amoras na varanda.
O dia seguinte foi de retorno. Voltamos a Copenhague. Eu tinha um voo pra pegar e L tinha que ir pro meio da Suécia a trabalho. Tudo mais rápido que o costume, mas também mas revelador e intenso do que nunca. Mal posso esperar pela próxima!
your first gang bang experience but not the last I think ??
what do you think?
mmm…
i can say the same.
mmm…
We had a great time, especially the sensual night at cityswingers. It was so exciting to watch when you were with those strangers, five unknown men. Wow, made me proud! ??
Yes, it was exciting.
And you proud is all I want. <3