Ilhéus surgiu do nada, já que a ideia inicial era Itacaré. Foi o hotel pé na areia que me pegou. Queria passar o Natal longe de casa, longe de tudo, longe de todos; só queria descansar. Mesmo os dias em que fiz passeios foram dias de pura paz; foram dias de reflexão; foram dias de pensar só em mim. Foram dias maravilhosos.
O hotel fica a 2,5 km do centro histórico da cidade, o que inspirou dois dias de caminhada de ida e volta e passeios pela Catedral, Casa de Jorge Amado, Bataclã (infelizmente fechado, portanto não consegui meu diploma de quenga), Bar Vesúvio e por ai afora. Chuva e arco-íris.
Conheci uma fazenda de cacau e fiz um passeio maravilhoso pela Baía de Camamu, na chamada Costa do Dendê, com paradas em ilhas para descanso e banhos de mar. Uma casquinha de siri fantástica e a melhor caipirinha da vida.
Jantares no Bar Vesúvio Praia a dez passos do hotel, regados a água de côco, caipirinha, dendê e camarão. Ceia de Natal no hotel com um banho de mar noturno pra lavar a alma.
Manhãs de sol e praia; tardes de sol e piscina. Caminhadas pelos arredores e a descoberta de uma lojinha de produtos regionais.
Lennart deveria estar lá, mas estava apenas na minha pele, encravado.


















